Resenha: Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker

Entre os livros da área de negócios, “Os Segredos da Mente Milionária” é um dos maiores best sellers de todos os tempos. Embora possa parecer um título sensacionalista para que não gosta de livros dessa área, esse livro tenta ir além do que lemos por aí.

Alguma vez você já se perguntou por que algumas pessoas parecem ficar ricas facilmente, enquanto outros estão destinados a uma vida de luta financeira? Dentro desse contexto, mas indo além das afirmações corriqueiras do tipo “aquela pessoa teve mais oportunidades…” ou “aquela pessoa herdou tudo dos pais”, T. Harv Eker tenta explorar as raízes dos fatores que influenciam a mente daqueles que se tornaram pessoas de sucesso financeiro.

Segundo o autor, é a diferença encontrada em sua instrução, inteligência, habilidades, sincronia, hábitos de trabalho, contatos e até mesmo sorte, que influenciam em seu percurso ao sucesso financeiro.

O livro não é um manual para se criar um negócio um copilado de ideias para ganhar uma renda extra. Para alguns, estar estável financeiramente e não ter que se preocupar com as contas para pagar já é uma realização. Para outros, no entanto, as metas vão muito além. Independente disso, muitas vezes nossas metas e sonhos são sabotados por nossas crenças limitantes.

“Se carvalho de cem pés tivesse a mente de um ser humano, ele só cresceria dez metros de altura!”, diz o autor.

Talvez esse seja o pilar principal do livro: fazer com que o leitor reflita sobre as influências ao longo de sua vida que fazem com que, hoje, ele tenha uma visão específica sobre o dinheiro. Todas as declarações que você ouviu sobre o dinheiro quando você era jovem permanecem em sua mente subconsciente como parte do projeto que está executando sua vida financeira. É nessa linha que este best-seller explora o tema dos hábitos e costumes seguidos pelas pessoas de sucesso.

Em outros momentos do livro, uma questão mais íntima relacionada às questões de crenças de valores são abordadas de forma mais profunda, como no trecho:

“Todos nós devemos brilhar, como as crianças. Nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós. Não é apenas em alguns de nós; está em todos. E quando deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos permissão a outras pessoas para fazer o mesmo. À medida que nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente liberta os outros.”

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